
“...fiquei imaginando de longe a pele fresca do seu rosto cheirando a alfazema, a boca um doce gomo, cheia de meiguice, mistério e veneno nos olhos de tâmara, meus olhares não se continham, e a minha vontade incontida era de cavar o chão com as próprias unhas
e nessa cova me deitar à superfície e me cobrir inteiro de terra úmida...”
e nessa cova me deitar à superfície e me cobrir inteiro de terra úmida...”
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